Com ruído eleitoral, mercado não define rumo na reta final de agosto

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Um sobe-e-desce sem tendência definida, refém do ruído do noticiário eleitoral. Essa é a perspectiva mais realista para o desempenho do Ibovespa no curto prazo. Em paralelo ao desenrolar da campanha presidencial, a próxima semana reserva dados econômicos relevantes, como o PIB brasileiro do segundo trimestre, além da retomada dos negócios na combalida Turquia após o feriado. Apertem os cintos.

Esta semana caminha para terminar relativamente mais calma nesta sexta-feira (24). O dólar recua de volta aos R$ 4 depois de ultrapassar os R$ 4,10, e o Ibovespa também subia, ficando no zero a zero na performance semanal. No mês, soma desvalorização de mais de 3,5% e, no ano, perdia -0,15%. O receio sobre um segundo turno sem um candidato de DNA reformista atormentou o mercado nos últimos dias.

Segundo a análise técnica, a Bolsa não dá sinal claro de tendência no curto prazo. Para baixo, na perda dos 74.875 pontos, retoma o movimento vendedor, neste caso rumo aos 72.617 pontos, inicialmente, onde encontraria bom suporte. Na contramão, tem gatilho de compra na superação dos 78.741 pontos. Neste caso, pode acelerar rumo aos 81.792 pontos, onde decide se dá continuidade ao movimento.

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